"Minha psicologia não fica apenas num lugar. Ela vai onde o povo está."
Formado há 18 anos, Rômulo construiu uma trajetória que poucos ousam trilhar: dos hospitais psiquiátricos de São Luís ao sistema prisional do Maranhão, das políticas públicas de assistência social às escolas do interior, incluindo territórios indígenas e quilombolas.
Na clínica, atua no cuidado da saúde mental de adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço seguro para quem enfrenta crises de ansiedade, dificuldades de adaptação em mudanças de fase, carreira ou luto, e conflitos nos relacionamentos interpessoais. No trabalho com os mais jovens, integra os responsáveis ao processo, construindo uma rede de apoio sólida.
Seu objetivo é ajudar cada pessoa a desenvolver regulação emocional e ferramentas para construir vínculos mais saudáveis, não importa em qual fase da vida ela esteja. Hoje é também Conselheiro Federal do CFP, professor universitário, escritor e mestrando em Ciências da Educação.
Do campo de estágio aos conselhos federais, cada contexto moldou uma psicologia mais humana, mais presente e mais politicamente comprometida.
O começo da prática, em 2010, no hospital psiquiátrico La Ravardière, o primeiro contato com o sofrimento psíquico grave e com as instituições que o abrigam.
Uma trajetória sólida de mais de uma década pelo Maranhão, cidades como Guimarães, Vargem Grande, Chapadinha e Centro Novo, atuando como coordenador e técnico. No CRAS, atuação preventiva, com grupos de jovens e adolescentes; no CREAS, o recebimento de vítimas de violência.
Atuação em todos os municípios do Maranhão, incluindo territórios quilombolas e comunidades indígenas, sendo referência estadual no atendimento a populações tradicionais em contexto de vulnerabilidade social.
Entrega de mais de 1000 mudas como incentivo à arborização e ao plantio pessoal dos moradores do Conjunto Veneza, em Balsas, iniciativa do Instituto Ipema com recursos do Governo Federal. Sol, suor e terra: cada um fazendo a sua parte, sem custar caro pra ninguém.
Foram mais de 12 anos atuando dentro da coordenação de educação, humanização e ressocialização do sistema prisional maranhense. Deixando seu legado e sua marca com mais de uma década com projetos de sua autoria e contribuindo individualmente e coletivamente com atendimento e escuta.
O primeiro projeto de grupos reflexivos sobre masculinidade dentro das penitenciárias do Maranhão. Foram feitos grupos com homens cumprindo pena, em situação de crime pela Lei Maria da Penha
Horta comunitária dentro do sistema prisional, ligada ao programa "Trabalho com dignidade da terra", onde a colheita semanal era levada para uma casa abrigo/orfanato.
Criação da primeira biblioteca intramuros do sistema prisional do Maranhão, na Unidade Prisional de Ressocialização de Balsas, feita com recursos próprios e parceria de empresárias. O nome do projeto faz alusão ao meu bisavó que me ensinou a gostar de poesia e leitura.
Criação de espaço de vivência e visita infantil e familiar para internos no sistema prisional, em parceria com empresárias.
Cultura e escrita como ferramentas de ressignificação: sessões de debate de cinema, o 1º Festival de Cultura da Unidade Prisional de Ressocialização de Balsas, música, teatro, exposição de quadros e poesia, a oficina de produção de textos Poetas da Liberdade. A sessão com o documentário "AmarElo, É Tudo Pra Ontem", de Emicida, repercutiu nacionalmente e rendeu reconhecimento do próprio artista, que enviou livros à unidade, leia a matéria no UOL ↗.
Após uma excelente repercussão do projeto "E agora José" nas penitenciarias. Surge um convite da promotoria de Balsas para desenvolver um projeto semelhante, porém com homens em situação de medida protetiva.
Protocolos de mediação e resolução de conflitos desenhados para ambientes institucionais e corporativos, da escuta ao fluxo formal.
Grupo reflexivo de masculinidades para estudantes de toda a rede pública de Ensino Médio do Maranhão, desenvolvido para que fosse possível um trabalho preventivo sobre os movimentos masculinistas e de combate a machosfera, movimento crescente nas plataformas online como Discord e Redes Sociais.
Palestra sobre saúde mental com recorte racial para o Sindicato dos Bancários do Nordeste.
Eleito conselheiro federal, Rômulo recebe o diploma na cerimônia de posse do XX Plenário do Conselho Federal de Psicologia, a passagem do trabalho de campo à representação nacional da categoria.
Atividade pelo Conselho Federal de Psicologia, com participação em pautas de mobilização da categoria junto à Câmara dos Deputados.
Trabalhos que ocuparam anos de dedicação dentro da rede pública de ensino, da política legislativa e da saúde coletiva no Maranhão.
Psicoterapia humanista, sem dogmas, sem divã obrigatório. Você vai se sentir à vontade.
Convites frequentes para emitir opinião sobre psicologia, saúde mental e cultura em rádios e emissoras de televisão do Maranhão.
Palestras para empresas, órgãos públicos e instituições de ensino sobre saúde mental, raça, masculinidades e o impacto das redes sociais na juventude.
Apresentador e host em festivais de cultura, teatro e arte do Maranhão, incluindo o Afrosom e a Semana Maranhense de Teatro.
Uma trajetória que deixou marcas, e registros formais de quem esteve por perto.
Título conferido pela Câmara Municipal de Balsas em reconhecimento formal às contribuições de Rômulo Mafra Cruz à cidade: 18 anos de presença constante nas escolas, nas instituições de saúde mental, no sistema prisional e nas comunidades do sul do Maranhão.
Reconhecimento formal pelo judiciário maranhense por uma prática comprometida com a equidade racial.
Artigos, crônicas e reflexões sobre o cotidiano emocional, as relações humanas e as violências que definem narrativas de vida.
Apresentador em prêmios, festivais e eventos corporativos. Com experiência que vai do sistema prisional às escolas, cada palestra parte de vivências reais.
O que a nova norma exige das empresas e o que o adoecimento emocional custa em silêncio. Palestra prática para RH, lideranças e equipes.
Da experiência com grupos reflexivos dentro e fora dos muros, o que realmente transforma comportamentos e narrativas masculinas.
Como criar ambientes escolares mais saudáveis, prevenir violências e fortalecer a saúde mental de estudantes, professores e equipes.
O que está por trás da epidemia de ansiedade e como a construção de narrativa própria é o caminho para a autonomia emocional.
Quer Rômulo no seu evento ou empresa?
Entrar em contatoVocê vai se sentir à vontade. Não tem dogma, não tem divã obrigatório, não tem julgamento. Tem escuta real e um espaço que te pertence.
Abordagem humanista · Atendimento virtual · Valores e horários via contato